Cláudia e Carlos saem pela porta da Catedral de São João Batista, em Caratinga. Eles acabaram de se casar e um corredor humano, formado por amigos e parentes, segue a tradição de jogar arroz sobre os noivos. Nenhuma fala se destaca do ruído de festa. Ouvem-se apenas gritos felizes de viva aos noivos e comemorações puras enquanto o casal avança rumo ao veículo estacionado ao pé da escadaria. Ao fazerem isto, os dois permanecem de mãos dadas.
Quando alcança o Fusca, Carlos abre a porta para Cláudia, dá a volta por trás do veículo e, por cima do capô, acena para as pessoas que desfazem o corredor e se fecham num grupo uno à frente da igreja.
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Ok, esse blog é uma espécie de quarto de entulho. Ele é extra e ordinário, ou seja, aqui eu guardo o que me sobra e não é reivindicado por ninguém. Nada mais natural, então, que eu poste os trechos não aceitos de um trabalhinho voluntário a mais.
Ok, esse blog é uma espécie de quarto de entulho. Ele é extra e ordinário, ou seja, aqui eu guardo o que me sobra e não é reivindicado por ninguém. Nada mais natural, então, que eu poste os trechos não aceitos de um trabalhinho voluntário a mais.
Achei que ficaria linda a cena.
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